Comer demais em pouco tempo aumenta gordura, diz estudo
25 de agosto de 2010 • 05h53 • atualizado às 06h56
Uma pesquisa feita por cientistas na Suécia afirma que pessoas que se alimentam mal e em excesso - mesmo durante apenas um pequeno período de tempo - podem sofrer um aumento na gordura do seu corpo no longo prazo.
No estudo da universidade de Linkoping, um grupo de pessoas passou quatro semanas comendo vários alimentos ricos em gordura e praticando poucos exercícios físicos. Em média, eles engordaram 6,4 quilos.
Mais de dois anos depois, os indícios de aumento da gordura no corpo ainda eram evidentes. Durante a pesquisa, que foi publicada na revista científica Nutrition & Metabolism, os 18 participantes do estudo tiveram sua atividade física limitada a 5 mil passos por dia, a média de uma pessoa com vida sedentária.
Longo prazo
Durante quatro semanas, eles aumentaram em 70% o consumo de alimentos com muitas calorias. Após seis meses, eles já haviam perdido quase todo o peso adquirido - por volta de 5kg.
No entanto, após 12 meses, o peso médio de cada um havia aumentado em 1,5kg, dos quais 1,4kg eram em gordura. Após dois anos e meio, aumento do peso foi de 3,1kg.
A pesquisa sugere que até mesmo um período curto de ingestão excessiva de alimentos gordurosos e a falta de exercícios podem mudar psicologicamente cada pessoa, tornando mais difícil a perda de peso.
"O estudo sugere que até mesmo mudanças de comportamento de curto prazo podem ter efeito prolongado na saúde", disse Asa Ernersson, que liderou a pesquisa feita pela Universidade de Linkoping.
Link:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4641215-EI298,00-Comer+demais+em+pouco+tempo+aumenta+gordura+diz+estudo.html
Comentário: Essa notícia contradiz o que muita gente faz quando quer emagrecer: come bastante, mas durante um período pequeno. Isso faz com que a pessoa fique mais gorda do que se ela comesse várias vezes ao dia, mas em poucas porções... Fica a dica.
Aquecimento global causou extinção dos mamutes, diz estudo
18 de agosto de 2010 • 05h20 • atualizado às 06h04
Um estudo da britânica Universidade de Durham afirma que os mamutes foram extintos por causa da redução nas áreas de pasto, e não em consequência da caça por parte de seres humanos.
De acordo com a pesquisa, a elevação da temperatura do planeta com o fim da época mais fria da chamada Era do Gelo - cerca de 21 mil anos atrás - viu um declínio nas áreas de pradarias nas quais esses animais se alimentavam.
Há cerca de 14 mil anos, os "Mammuthus primigenius", ou mamutes-lanosos, que um dia fizeram parte da paisagem europeia, se resumiam ao norte da Sibéria, onde acabaram morrendo 4 mil anos atrás.
As razões dessa extinção são incertas e viraram alvo de um intenso debate entre os cientistas. Enquanto uns argumentam que o processo está ligado ao aquecimento global, outros defendem que foram as pressões em decorrência de uma população humana crescente.
Uma terceira teoria atribui o fim dos mamutes à colisão de um meteoro. "O que os nossos resultados sugerem é que a mudança climática - através do efeito que teve sobre a vegetação - foi o fator-chave que causou a redução da população e a extinção dos mamutes e de outros herbívoros de grande porte", afirmou o professor Brian Huntley, que coordenou o estudo.
Grama x florestas
A pesquisa recriou, através de computador, modelos que simularam a vegetação na Europa, Ásia e América do Norte nos últimos 42 mil anos.
Os cientistas levaram em conta o que se acredita ter sido o comportamento do clima durante esse período e modelos de como determinados tipos de vegetação crescem em diferentes condições.
As baixas temperaturas e as condições especialmente secas da Era do Gelo, combinadas com as baixas condições de emissão de dióxido de carbono, não favoreciam o crescimento de árvores, eles concluíram.
Isso fez com que, em vez de florestas, a paisagem daquela época fosse marcada por vastas áreas de pradarias, ideais para herbívoros de grande porte, como os mamutes.
Com o passar dos anos o clima se tornou mais quente e úmido. No fim da era glacial, a concentração de dióxido de carbono era mais elevada. Como resultado, as árvores tomaram áreas que antes eram de pradarias.
"No ápice da Era do Gelo, os mamutes e outros herbívoros contavam com mais alimentos", disse o pesquisador. "Mas à medida que caminhamos para uma etapa pós-glacial, as árvores gradualmente substituíram os ecossistemas herbáceos e isto reduziu muito a área de pastagem."
Link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4628957-EI238,00-Aquecimento+global+causou+extincao+dos+mamutes+diz+estudo.html
Comentário: Com essa notícia, podemos começar a ver os danos causados pelo aquecimento global... Espécies de animais estão sendo extintas, o que prejudica uma população inteira de seres vivos... Esta mais do que na hora de fazermos algo pelo nosso planteta.
'Câncer' de pulmão em americano era pé de ervilha
12 de agosto de 2010 • 03h39 • atualizado às 07h13
Médicos que tratavam um americano hospitalizado por problemas respiratórios nos Estados Unidos descobriram que o paciente tinha uma ervilha brotando e criando raízes em seu pulmão.
De acordo com o jornal The Boston Herald, Ron Sveden, de 75 anos, vinha lutando contra um efisema pulmonar por meses quando sentiu uma piora em seu estado físico. O morador da cidade de Brewster, no Estado de Massachusetts, disse que estava preparado para ouvir um diagnóstico de câncer quando foi submetido a um raio-x.
O exame revelou a planta que estava crescendo em seu pulmão e já estava com 1,25 cm.
Motivo
Os médicos do Cape Cod Hospital dizem acreditar que Sveden deve ter comido a ervilha e esta acabou "entrando pelo caminho errado". Após a cirurgia para a remoção do pequeno pé de ervilha, a saúde de Sveden melhorou.
O americano se disse aliviado por a razão de seu mal-estar ter se revelado ao vegetal e não o câncer e afirmou ao jornal que seus amigos vêm se referindo a ele, afetuosamente, como "cérebro de ervilha".
Ele diz também que vem recebendo uma grande quantidade de ervilhas, em latas ou sementes, como presentes para sua recuperação.
Link: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4618852-EI8141,00-Cancer+de+pulmao+em+americano+era+pe+de+ervilha.html
Comentário: Uma falha que pode ser considerada até cômica da medicina, confundir um câncer de pulmão com uma ervilha. O mais 'bizarro' disso tudo é que a ervilha estava brotando dentro se seu pulmão e criando raízes! Quando pensamos que já vimos de tudo... Não sei se o individuo teve sorte ou azar.
Pai descobre na internet tratamento para filha com doença rara
03 de agosto de 2010 • 05h01 • atualizado às 12h32
Um pai conseguiu convencer o sistema de saúde público britânico, o NHS, a financiar um remédio que ele encontrou na internet para tratar a filha doente. Charlotte Durham, 18 anos, que sofre de hipertensão intracraniana idiopática - um raro transtorno neurológico que aumenta a pressão interna no cérebro levando a dores de cabeça lancinantes e que pode causar cegueira - descreveu o tratamento como "um milagre".
O pai dela, Andy, descobriu pela internet um remédio que obteve bons resultados no tratamento de 24 pacientes da doença, de um grupo de 26, durante um estudo médico na Grécia. A autoridade de saúde de South Staffordshire, onde mora a jovem, concordou em financiar o tratamento pelo NHS.
O sistema de saúde público britânico financia tratamentos e remédios para os pacientes, desde que tenham sido testados e aprovados pelas autoridades de saúde locais.
"Impressionante"
A autoridade explicou que a substância octreotide "normalmente não é financiada" para esta doença. Ao comentar sua condição, a jovem disse: "Estava com medo de ficar cega. Todos os remédios que usei me deixaram pior, então, disse à minha mãe e ao meu pai: 'Estou desistindo'".
"Foi aí que meus pais falaram: 'Bem, nós não estamos desistindo, tem alguma coisa por aí que pode curá-la.' Foi aí que meu pai começou a procurar na internet." Andy Durham descobriu que o remédio que, normalmente, é usado para problemas de crescimento anormal, havia ajudado pacientes de hipertensão intracraniana idiopática.
Charlotte corria o risco de ter que passar por uma cirurgia na qual o líquido cefalorraquidiano (LCR), que causa o aumento da pressão dentro do crânio, é drenado para outra cavidade corporal. Mas seu pai convenceu o Hospital da Universidade de North Staffordshire a experimentar o uso da octreotide durante um tratamento de dez dias. O hospital então sugeriu o tratamento para as autoridades locais de saúde.
Tratamento
Em um comunicado, a autoridade local de saúde afirmou: "A autoridade local concluiu que este caso tem circunstâncias clínicas excepcionais por conta da condição de Charlotte ser incomum, mesmo entre pacientes em condições similares, e ela não responder ao tratamento comumente recomendado para esta doença". "Sua resposta inicial a este tratamento foi animadora."
Segundo o neurologista Brendam Davies, da Clínica Regional de Dores de Cabeça de North Midlands, "o caso de Charlotte ressalta a necessidade de financiamento de mais pesquisas clínicas sobre o tratamento efetivo de hipertensão intracraniana idiopática". A doença normalmente atinge mulheres jovens e obesas.
Charlotte afirmou que o risco de cirurgia é coisa do passado, e que ela nem pensaria em tomar outro remédio agora. Seu pai explicou: "Você faria qualquer coisa por seus filhos, qualquer coisa. Eu não podia aceitar que o tratamento disponível no serviço público era tudo o que havia".
Link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4601177-EI238,00-Pai+descobre+na+internet+tratamento+para+filha+com+doenca+rara.html
Comentário: A internet, que ultimamente é tão criticada por alienar jovens e distrair pessoas de coisas mais importantes na vida, mais uma vez mostrou sua grande importância no mundo de hoje em dia. Descobrir o método da cura de uma doença rara e assim poder curar sua filha...
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
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Roberta!
ResponderExcluirFalta a notícia da semana de 29 a 31/08...
0,20.
Até mais!